Hidratação do animal durante a cirurgia: qual a importância desse procedimento?

A hidratação do paciente durante a realização da cirurgia é de extrema importância, uma vez que durante os procedimentos há perdas de líquido e de sangue

Hidratação do animal durante a cirurgia: qual a importância desse procedimento?

A hidratação do paciente durante a realização da cirurgia é de extrema importância, uma vez que durante os procedimentos há perdas de líquido e de sangue. Essa hidratação é feita por meio de diferentes tipos de soros, os quais, assim como os medicamentos, devem ter sua dosagem corretamente calculada.

Mas, mesmo entre os animais, essa hidratação é necessária? Sim. “Todo paciente deve ser mantido hidratado durante a cirurgia”, afirma Luís Eugênio Franklin Augusto, Médico Veterinário e professor do VET Profissional, que é Mestre em Medicina Veterinária.

A pessoa responsável por manter o nível de hidratação do paciente é o anestesista, uma vez que os processos cirúrgicos causam:

- Perdas de líquidos durante a cirurgia.
- Exposição de cavidades e tecido subcutâneo.
- Perda de sangue.
- Exigem jejum pré-operatório de sólidos e líquidos.

A hidratação do paciente é feita com o uso de soros e os tipos utilizados são:

- Solução fisiológica (NaCl 0,9%).
- Ringer simples.
- Ringer lactato.
- Glicose 5%.

Cada um dos tipos de soro terá aplicações específicas de acordo com o estado clínico do paciente, tempo de cirurgia, entre outros fatores.

Para realizar a hidratação do paciente durante a realização da cirurgia, alguns equipamentos devem ser utilizados. Entre esses podemos destacar:

Equipo: Ao obter a taxa de hidratação em gotas por segundo, o médico veterinário deve ir até o equipo e regular o equipamento de acordo com a necessidade do paciente.

Utilize um cronômetro para regular a quantidade de gotas do equipo por segundo.

Utilize um cronômetro para regular a quantidade de gotas do equipo por segundo.


Bomba de infusão contínua: Quando a hidratação do paciente for feita utilizando-se uma bomba de infusão contínua, não é necessário fazer a transformação de mL para gotas por segundo.

Regule a bomba de infusão de acordo com a taxa de hidratação do paciente em mL/h.

Regule a bomba de infusão de acordo com a taxa de hidratação do paciente em mL/h.


Aprenda mais sobre esse assunto na área Anestesiologia Veterinária do VET Profissional, com o Prof. M. Luís Eugênio Franklin Augusto, Mestre em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Viçosa (UFV). O VET Profissional é a plataforma de aperfeiçoamento mais completa para Médicos Veterinários e estudantes de Veterinária, com milhares de vídeos e centenas de livros digitais, para aprender rápido e salvar mais vidas. Tenha acesso ilimitado a centenas de aulas práticas, cursos online, casos clínicos e casos cirúrgicos na palma da sua mão!

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