Necropsia: características anatômicas e fisiológicas das aves

A necropsia objetiva demonstrar as técnicas mais comuns na avicultura e apresentar as características físicas e anatômicas dessa categoria animal

Necropsia: características anatômicas e fisiológicas das aves   VetProfissional

O estudo das características anatômicas e fisiológicas das aves se torna importante devido aos impactos que todas as peculiaridades têm, tanto sobre a parte clínica quanto sobre a produção desses animais. “A necropsia objetiva demonstrar as técnicas mais comuns na avicultura e apresentar as características físicas e anatômicas dessa categoria animal”, afirma Marcelo Dias, professor do VetProfissional.

O que, por meio da necropsia, o estudo das características anatômicas e fisiológicas das aves domésticas nos mostra? Primeiramente, deve-se observar as adaptações das espécies, as quais descendem dos répteis, para o voo. Quando se fala em aves domésticas, remetemos a exemplos como pato, peru, marreco, entre outros. O estudo partirá, então, da análise de um esqueleto, por exemplo, da espécie Gallus gallus domesticus, popularmente conhecida como galinha, frango ou galo, muito usado na avicultura brasileira.

Uma das primeiras adaptações possíveis de se observar é a formação de um bico leve, embora resistente, o qual permite à ave apreender e quebrar alimentos, além de auxiliar o macho no momento da cópula.

Observa-se, também, as pernas e pés com pouca musculatura e com poucos vasos sanguíneos aparentes. Para melhor compreensão da importância dessa adaptação, é necessário lembrar que, quanto maior a altitude de um lugar, menor será sua temperatura. Como o voo das aves acontece em regiões altas da atmosfera, elas se adaptaram ao frio, apresentando menos vasos sanguíneos expostos, o que gera menos perda de calor.

A quilha também é uma adaptação das aves para o voo, pois seu formato permite cortar o vento, facilitando o deslocamento do animal em meio às massas de ar. Já em relação ao crânio, as características evolutivas que percebemos são órbitas grandes, as quais permitem às aves enxergarem, do alto, alvos pequenos no solo, e o côndilo occipital, que permite um giro de cabeça muito maior que o dos mamíferos.

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