Veterinário, entenda o que diz a IN 77 sobre a parasitose em gado leiteiro

O controle de parasitoses no rebanho leiteiro é feito com a adoção de boas práticas no manejo sanitário, já que a ocorrência de parasitas pode comprometer o desempenho da atividade como um todo

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Você, veterinário, está precisando entender o que reza a IN 77 sobre o controle de parasitose em gado leiteiro? Pois bem, vamos às devidas explicações: “para o controle de parasitoses no rebanho leiteiro a adoção de boas práticas no manejo sanitário é essencial, pois independente do tamanho do rebanho, a ocorrência de parasitas pode comprometer o desempenho da atividade”, afirma Prof. Leonardo Cotta Quintão, Médico Veterinário especialista em Pecuária Leiteira, Mestre em Nutrição de Bovinos de Leite.

Mas, o que isso significa? Significa que, quando não controlados, os agentes parasitas prejudicam a produtividade e a qualidade, não somente do leite, mas do couro e da carne, dificultado a comercialização do produto final.

Para se ter ideia do potencial problema, em algumas regiões do Brasil o manejo sanitário ainda é feito sem critério técnico e científico. Uma barreira para essa mudança ainda é a preocupação com o quanto custa a manutenção sanitária, e não com o quanto se ganha com um rebanho saudável. O resultado? Prejuízos.

A explicação é simples. Devido ao fato de os programas sanitários invariavelmente elevar as despesas na produção e não mostrar os resultados de imediato, alguns produtores preferem realizar um tratamento curativo e emergencial de casos individuais, em detrimento às práticas preventivas. O tratamento curativo ou emergencial, por sua vez, causa prejuízo tanto na saúde dos animais, quanto na rentabilidade do negócio.

Por que realizar um bom manejo sanitário?


O manejo sanitário em bovinocultura leiteira tem grande importância, sendo seu principal objetivo a manutenção da saúde dos animais, aliado a um contínuo aumento da produção e à garantia de um produto de qualidade ao homem.

O controle da saúde e produção animal de um rebanho, por parte do produtor, deve ter uma base sólida, permitindo que o desempenho atual dos animais seja analisado e que se possa identificar imediatamente, mesmo que pequenas quedas na produção, o aumento da incidência de doenças. Essa dinâmica permite que os problemas possam ser identificados no menor tempo possível, propiciando, assim, uma medida apropriada, melhorando a saúde dos animais e, consequentemente, o lucro.

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